domingo, 28 de fevereiro de 2016

Momentos difíceis podem possibilitar ótimas continuações...

 As reviravoltas que a vida nos dá, pode surpreender-nos imensamente quando se toma uma postura conservadora perante as intempéries deste vasto universo chamado vida. A sucessão de experiências no mundo já deveria ser capaz de nos surpreender a cada dia.
 Há pouco tempo eu estava vendo somente aspectos negativos da minha vida como: levei um pé na bunda, meu carro quebrou, lesionei a perna, fui demitido, tá certo que tudo isto em aluns meses de distância entre um momento e outro.
 Bom, pouco antes de ser demitido, admiti para mim mesmo que ficar remoendo e sofrendo pelos péssimos últimos ocorridos não seria digno da minha vida. Dezembro eu me lancei em uma jornada de confraternizações infindáveis, o que tornou este mês puro álcool, risadas e boas companhias.
 Ainda antes da minha demissão, também fiz duas viagens curtas (até que longas para as minhas empreitadas pelo globo), moro em São Paulo e fui pra Minas e Curitiba. Conseguir refletir sobre a mudança de local, a efemeridade da vida, laços de amizade, companheirismo, amor.
 Bom umas semana e meia depois de voltar ao trabalho fui desligado por contenção de custos. Ok. Fiquei meio desesperado, afinal todos dizem passarmos por uma crise e este não ser um bom momento para uma recolocação profissional.
 Estou escrevendo este post no dia 02/fev. para apontar que a vida é mesmo maravilhosa, é meu segundo dia no emprego novo, depois de apenas duas semanas de "férias" e consegui outra oportunidade dos sonhos. Nem posso pensar duas vezes, algumas mudanças mesmo que bruscas só nos alimentam de esperanças.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O que eu penso sobre corrida quando eu falo sobre corrida

 Este é o título de um livro do Haruki Murakami, que ainda não li. hsuahsuahsuh. Mas ok, um dia o lerei, preciso encontrar pra emprestar ou comprar por aí. Me pareceu interessante, se não estou enganado trata-se do relato autobiográfico do autor quando ele decidiu desbravar a maratona de Nova York.
 Eu não decidi desbravar maratona nenhuma, isto é certo. Quem sabe um dia eu ainda coloque isto como meta, mas por ora, eu pretendo ir correndo 10 km por dia a aperfeiçoando meus tempos. Desde o dia 05 de janeiro de 2016 eu estou fazendo estes treinos.
 Em um mês (estou escrevendo este post em 31/01/2016) alcancei um pouquinho além dos 100 quilômetros... Uhu... só comecei a monitorar minhas corridas com equipamento (celular) e app uma semana depois, ou seja, perdi alguns kms na conta por este descuido.
 Como eu disse no outro post "Corpão" eu quero ao menos perder os quilos a mais que consegui estocar contra a vontade nos dois últimos anos. Logo pensei: "todo mundo fala que corrida faz emagrecer bastante, logo vou tentar".
 Já perdi 5 kgs. Outra conquista, ainda mais em tão pouco tempo. Tentei fazer outras coisas para ajudar como cortar o famigerado refrigerante, inserir alimentos naturais e saudáveis na alimentação como frutas e saladas e diminuir a trash food que tanto me encanta (hamburguer, frituras, massas, etc.)
 Bom conheci na música uma aliada, até agora, por mais que eu tenha ganhado no meio do caminho uma bolha no pé. Estou adorando passar um tempo no parque dia sim, dia não. Dá pra aproveitar mais a cidade e ainda trocar olhares com uns gatinhos que estão por lá.
 E a sensação de prova concluída ao final de cada treino é maravilhosamente empolgante. Acho que é até melhor do que sair empanturrado do rodízio japonês, sem remorsos nem dores estomacais e muitas calorias a menos.
 Não sou um expert em corridas nem em qualquer outro exercício, mas estou acreditando em um clichê que ouço por aí de vez em quando: "a corrida é um esporte super democrático, só basta um par de tênis e vontade" 
 Espero postar mais novidades sobre este "esporte" no futuro e de melhores resultados em breve.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Lidar com a perda

 Assisti "A menina dinamarquesa" hoje. História de um transgênero que depois de casado, constata que nasceu no corpo errado e que ser homem não era sua vontade. A película é poética e tocante. Nos mostra dos pontos de vista de Einer/Lili e Gerda o drama de perder uma pessoa da qual gostamos muito.
 Meu "romance" do carnaval já não existe mais, ao menos pra mim. Depois de tentar rever o boy, não obtive sucesso e tenho a impressão e indícios de que não rolará mais nada entre nós.
 E como o filme e este fato se encaixam? Este processo de perder alguém é difícil pra caramba, não? Tenho certeza que não o amei, mas me abri a possibilidades, me abri com ele sobre a vontade de estar mais vezes com ele, e talvez (ou não) ele não tenha gostada da minha sinceridade.
 Ficou me algumas dúvidas sobre este processo de conhecer alguém:
 Há algum momento certo para falar para o outro que rolou uma admiração? O quanto isto pode assustar a outra pessoa? Até que ponto somos coerentes com nossos sentimentos mais internos? Será que nossas ações refletem nossas vontades e anseios? Como lidamos com o amor, com as relações que queremos e construímos?
 Sim, eu também tenho algumas encanações com pessoas que se declaram, gosto de lidar com o jogo da sedução, mas nunca me afastei porque recebi um elogio ou uma declaração. Ainda não consegui digerir esta atitude e pode ser que não a entenda mesmo.
 Ficou meio que óbvio que a mensagem que mandei pra ele sobre meus sentimentos o afastou de certa forma, não foi uma declaração de amor. Simplesmente disse que os últimos sete dias que passamos todos juntos me tocaram e que o que foi possível conhecer dele nestes momentos me fizeram gostar do que vi, ouvi e senti.
 Esta foi uma das minhas decisões de ano novo, falar para as pessoas o quanto elas são especiais para mim e o fiz, com medo, mas o fiz por acreditar estar certo em minha posição com o mundo.
 Ainda me apaixonaria mil vezes ao quadrado, adoro esta sensação de frio na barriga de pensar na outra pessoa quando não se está fazendo outras coisas e de começar a viajar em vários pontos da vida. Acredito que minhas experiências me possibilitam lidar de boa com isto, afinal.
 Não espero que nada mais aconteça. Acho que fiquei de bode de levar três fora e do silêncio que está rondando sua falta. Mas não sinto nada de ruim nem acho que ele deva sumir do mundo. rs.

#livro 2

 Este livro é voltado ao público infantil. Mas achei que valeu super a pena por tratar em uma ficção acontecimentos bem próximo de mim: da cidade que moro, de local de trabalho similar ao meu, de uma realidade de descaso para com os órgãos de cultura por parte dos governantes.
 Os meninos da biblioteca de João Luiz Marques trás uma autobiografia ficcional sobre a tentativa de fechamento de uma biblioteca pública alguns anos atrás em São Paulo. Da editora Biruta (vale a pena conferir o catálogo deles).
 Relatado por uma menino, que representa o próprio autor, a história começa com um desafio, como alguém que escreve um blog, pode ser um personagem de livro? Que história escrever? De qual história participar?
 Após ajuda de Narizinho do sítio do pica-pau amarelo, o protagonista mostra sua relação com a biblioteca de bairro e sua amizade com o bibliotecário que lá trabalha. Outros personagens aparecem para ajudá-lo com outras questões e algumas referências a histórias infanto-juvenis são costuradas na história.
 O texto tem também um que de jornalístico e apresenta algumas informações sobre democracia, composição do poder municipal, participação popular na política, reinvidicações, etc. No final conta com recortes de jornal verídicos sobre os acontecimentos que deram origem a história.
 Confesso que por mais simples e rápida tenha sido a leitura deste exemplar, me motivou para continuar escrevendo aqui no blog. E também a lançar este novo tipo de post sobre livros que eu leio de vez em quando.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Carnaval

Minha surpresa de carnaval

Fui pego de surpresa
pois viajei no carnaval
na companhia de amigos
para beber, dançar, comer
aproveitar sol e piscina.


Vi desde o primeiro dia

pelo retrovisor do carro
que trocamos olhares
algo que chamou-me atenção
no seu belo sorriso.


Mas nem sequer imaginei

que de supetão, a vida,
nos daria uma chance
de nos unir por um instante
e que seguiríamos assim.


Nunca imaginei que assumiria-te

Na frente de todos, te acariciaria
Viveria como recém apaixonados
dispostos a demonstrar a nós mesmos
que o amor é para todos.


Ao menos por um instante,

Que já dura alguns dias
e nutre-me de esperanças,
vivermos este momento
emocionalmente enamorados.


Não sou bom com poesias, mesmo assim decidi tentar alguma coisa... Se posso chamar isto de poema ou não, não sei... Mas este é o resumo breve do meu carnaval.

Inicialmente fui para uma viagem de amigos, dançar, beber, comer, tomar banho de sol e piscina, pegar aquele bronze, curtir o clima interiorano de um sítio de Minas e renovar as energias gastas na metrópole.
No segundo dia, porém, fui pego totalmente de surpresa. Nunca tinha tido olhares para ele e nem percebido qualquer aproximação sua sobre mim (eu sou lerdo com estas coisas, o que não ajuda a perceber também). E todos (tempo, pessoas, lugar) conspiraram para que ficássemos a sós no mesmo metro quadrado.
E foi ótimo... Fiquei receoso de ser pego, de ser caçoado, pela própria surpresa de nunca ter pensado seriamente em me aproximar desta forma dele.
E que forma... Estou completamente querendo me entregar a ele como o fiz poucas vezes e sim, aquele outro receio de sentir algo que não seja correspondido voltou a povoar meus pensamentos.

Depois de pensar muito sobre o que pode ou não ocorrer entre nós, cheguei a conclusão que já foi, houve amor na nossa relação, carinho, respeito, cuidado, cultivo e que ele não precisa durar para sempre para ser chamado assim, de amor.
Por estas possibilidades que prefiro me apaixonar milhões de vezes do que conhecer o mundo solteiro. Sentir esta dor interna, este turbilhão de sensações que rondam meu interior e ainda pensar que só posso ser feliz com ou sem ele.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

#Encontros - Amiga sua louca

 É difícil pensar que algumas pessoas chegam devagar e de repente, nos acertam em cheio com seu ultra poder de alegrar todos os que estão a sua volta. Quase um anos depois de saber que esta pessoa existia é que pude notar que tínhamos mais coisas em comum do que imaginaria anteriormente.
 Não sei ao certo como foi a primeira vez que nos encontramos. E com certa frequência ela até circulava pela minha sala de trabalho. Todavia somente por acaso é que a encontrei na fila de matricula do segundo curso universitário que havia decidido fazer em minha vida.
 Naquele momento foi paixão a primeira olhada, por que ali pude prestar atenção em seu ser. Eu acompanhado pela minha mãe e ela por seu pai na fila de entrada da secretaria nutriu-me de uma admiração ímpar.
 Inacreditável foi que logo depois daquele episódio começamos a andar mais juntos e nossas vidas nos entrelaçaram de um jeito que hoje sentimos falta um do outro quando passamos alguns dias sem no ver.
 Mas além de uma companheira, amiga, educadora, analista, ganhei com ela muitos conhecimentos que acredito serem importantes para a vida:, dentre eles sobre a necessidade de dialogar sobre tudo o que nos aflige em Terra, com quem nos causa estes desconfortos, com pessoas que possam apoiar e uma auto reflexão.
 Esta com certeza é uma homenagem pequena para este pequeno ser em estatura, mas maravilhosamente constituído como ser humano repleto de qualidade e valores bons.

Amor para toda a vida

 Acreditar que teremos um único amor que passe toda a vida ao nosso lado ainda é uma constante. Diria que faz parte do senso comum, ou de uma visão, um pouco exacerbada, romantizada da vida.
 Minha primeira paixão por outra pessoa com certeza foi minha mãe... Passei grande parte da vida somente sua companhia. Até em briga me meti para defender sua imagem perante alguns "amiguinhos" da escola de certas zueiras típicas da infância.
 Depois dito, acreditei que somente o homem da minha vida seria dono do meu coração. Falha minha. Após três deles passarem, sambarem na minha cara, e me deixarem de lado, não exatamente neste ordem ou com esta fidelidade de fatos, pude experimentar que estava rodeado de pessoas que me amavam.
 Hoje, está claro que sempre há mais de uma pessoa que está disposta a nos ver bem. Algumas estão em outros desafios e jornadas e voltam mais tarde, outras vão embora e não sabemos de seus retornos, mas nunca ficamos sozinhos.
 Nada é de graça nesta vida, então talvez com esforço e dedicação teremos sempre mais de um amor que nos acompanhe em nossa trajetória. Não daquele tipo que nos beija com aquela vontade de sugar e experimentar nossa alma.
 Não falo unicamente deste amor, que envolve uma paixão, uma relação carnal e sexual, mas sim dos que nos nutre a alma e nos faz bem, sem cobranças de retornos.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

#livro - 1

 Quis começar um novo tipo de post aqui no blog. Eu adoro ler e faço isto com certa constância. Quis escrever sobre os livros que comecei a desfrutar agora em 2016 e para não correr o risco de parar de postar por um tempo, esperei terminar alguns para começar a publicar.
 *lá na página livros, encontra-se a lista de livros que comecei a ler este ano, não necessariamente que eu terminei...

#livro número 1 de 2016 (que eu terminei, outras foram largados pelo meio do caminho)

 O livreiro do alemão de Otávio Júnior.

 O livro é autobiográfico e retrata a trajetória do Otávio que ficou conhecido mais tarde como livreiro do alemão. O relato é simples, direto mas envolvente. A cada página que surge um imprevisto somos tomados por uma ânsia em continuar lendo para saber se tudo acabou bem ou não.

 A voz de um sujeito da periferia me fez refletir sobre qual a relação que construímos com os espaços urbanos, principalmente aqueles que conhecemos poucos mas maldizemos muito como as comunidades e/ou favelas, bibliotecas, teatros, etc.

 Outra questão latente no livro é: O que é cultura? E até quando vamos subjulgar uma cultura em detrimento da outra? Qual o poder que o diálogo entre sujeitos diferentes exerce para a mudança? E por último mas não menos importante qual o papel da educação em nosso país?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

#Encontros - Mãe

 Ela deve ser a mulher paradoxal, controversa e contraditória que eu já conheci. Talvez pela super convivência que tenho esta percepção tão fina e apurada de seu ser. Afinal conheço ela mesmo antes de ter nascido e saído de si própria para este mundo.
 No Ibirapuera encontra-se algumas das minhas mais antigas memórias dela. Posso ver minha mochilinha azul plastificada, empanturradas de comidas e brinquedos que eu mesmo tinha que separar com sua supervisão, acompanhadas da frase: "Leve o que quiser pois não vou comprar nada no meio do caminho".
 Descíamos a rua e esperávamos o ônibus que ia direto pro parque, descíamos no ponto do Detran, embaixo da passarela que nos levava direto para o parque. Era incrível atravessa-la e adentrar naquele mundo verde. Passeávamos no lago, nas marquise, tirei fotos montado no leão, perto do porquinho e podia brincar no parquinho até a hora de ir embora.
 A saída da escola era momento de ansiedade, pois sabia que ela estaria do outro lado do muro me esperando, as vezes tinha kinder ovo das barraquinhas que se instalavam em frente ao portão, ou pastel da barracas ao lado da igreja. Ela levava minha mochila e podíamos conversar sobre o que aconteceu naquele dia.
 Aprendi a contar histórias com ela, afinal tinha uma expectadora assídua para os meus relatos longos e desconexos do meu dia-a-dia em sala de aula. Confessava-lhe broncas tomadas por falar de mais, explanava conteúdos dos quais nunca tinha ouvida falar e sobre minhas relações com meus colegas de escola.
 Chegávamos em casa e eu era obrigado e troca de roupa, afinal uniforme da escola era pra ser usado na escola. Corria pra mesa fazer os deveres e depois para o quarto assistir TV, lembro-me de Tin Tin, Rei Babar, Rá-tim-bum, etc. Ela também era minha companhia da noite, afinal meu pai trabalhava neste horário.
 Para falar a verdade, realmente não lembro qual é a minha primeira memória original de minha mãe. Mas ela mal sabe que seus melhora hábitos se tornaram os meus também. Adoro passar o dia fora, curtir um parque, uma boa comida e um ouvir um bom relato pessoal. Com muito amor, à minha mãe.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Referências de Janeiro - filmes e músicas que nos compõem...

 Eu sou de assistir pouco. Quero dizer sobre longas, pois sou um viciado em clipes, mas quando me percebo, pronto já nem estou assistindo, só ouvindo as músicas que estão tocando aleatoriamente no Youtube.
 Gosto muito de destas produções curtas, acredito ser uma arte, contar uma história em 3 minutos e poucos de películas. Este mês aliás usei para me permitir conhecer coisas inéditas aos meus ouvidos: (Banks, Castello Branco, Nao, Glass Animals, Oh Wonder, Alessia Cara, entre outros)

 Mas falando de longas o que teve em janeiro/2016 foi:
  • "Kuma", ou "A segunda esposa" - filme turco com ótima fotografia e enredo que surpreende várias vezes ao longo o filme. Contrasta a cultura islâmica com a ocidental e nos revela a bigamia, homossexualidade, morte, violência domestica, desrespeito a mulher, etc.
  • "Matei a minha mãe" - estava para assistir este filme desde o meu último ano de faculdade. Simplesmente lindo nos revela como lidamos com a relação materna e os conflitos internos que todo adolescente passa.
  • "Como esquecer" - após o término de uma relação de dez anos, uma professora universitária se vê perdida e com a ajuda de seu melhor amigo trilha um caminho de autodescoberta pós relacionamento. Filme brasileiro super reflexivo.
  • "A lista do não beijar de Naomi e Ely" - filme adolescente que trata a amizade entre dois melhor amigos de infância no começo de suas vidas adultas. Até que Ely fica com o namorado de Naomi e os conflitos não resolvidos entre eles aparecem. Filme baseado no romance de mesmo nome de David Levithan, autor que recomendo por suas obras Gays.
  • Eating out, menos gay stereotipado impossível, mas deu muitas risadas com o filme. No geral ainda tem uma história de amor bem melosa. Quero assistir com alguém no futuro, aproveitar as deixas que as cenas quentes dão, várias aliás, para acariciar o boy.
 Ah e já que comentei sobre clipes e músicas este mês ainda vivenciei algumas experiências com shows:
  • Flora Matos, MC. músicas bem produzidas e letras bem elaboradas. Confesso que só sabia de cor uma delas: Pretin, as outras eu tinha passado a semana anterior ao show ouvindo, mas não consegui decora-las.
  • Rico Dalasam: bom, este eu faço questão de ir de novo quando surgir uma próxima oportunidade. O cara canta muito, ainda reivindica nas letras suas causas. Neste show o Thiago Petit também estava presente, o que somente lacrou a noite.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Lojinha

 Este é a denominação atual dos aplicativos de pegação, pelo menos entre meus amigos, nome dado por uma amiga bem próxima, tipo destas melhores que temos na vida. Uso uns oito apps dentre os mais conhecidos:
 Manhunt - o primeiro que conheci deste tipo, indicado por um amigo que mora no litoral, tive um namoro longo de quase três anos que frutificou dele. Permite nudes na foto de perfil e quantas outras você quiser. Mas sua versão gratuita é um pouco limitada para visualizações e contato.
 Badoo - tem um monte de contatos do facebook lá... acho o mais parado mesmo possibilitando ver muitas fotos e conversar com as pessoas sem limitações... Não permite nudes nas fotos abertas e só podem ser visualizadas depois de uma conversa inicial.
 POF - era considerado o mais interessante até tempos atrás. Conheci algumas pessoas interessantes de lá e ainda tive um relacionamento quase noivado que demorou bastante tempo. Parece-me que as pessoas estão lá para relacionamento sério mesmo, mas...
 Scruff - simples localizador de pessoas que estão disponíveis naquele momento para ter uma relação. Versão livre um pouco limitada para fotos, normalmente uma só. Descrições breves e sistema que detecta as pessoas por proximidade bem eficiente.
 Happen - acredita-se que mostre as pessoas que "cruzam" conosco via informações de gps. No começo tive algum sucesso, mas hoje só coleciono os famosos crushes. Me irrita seus travamentos e o fato de nunca informar quando tenho mensagens.
 Guyspy - similar ao scruff, porém permite colocar inúmeras fotos. Existe uma pesquisa avançada por local, e outras peculiaridades. Há poucos contatos online normalmente.
 Tinder - seleciona pessoas do facebook (certo?) e assim que aparecem na telinha vamos classificando com sim ou não, caso haja interesse de ambas as partes somos notificados, até agora muitas afinidades mas conversas breves e que morrem com pouco tempo.
 Hornet - foi o último que descobri, rsrs, e o mais frutífero... mostra as pessoas que estão perto, com diálogo e fotos ilimitados...
 Sei que existem outros apps, mas o sistema operacional do meu celular não permite que os use, alias manhunt e hornet eu uso via desktop. Há conhecidos com opiniões diferentes das minhas, mas estas aí vieram da minha experiência.
 
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